Arquivo mensal: março 2012

Sertanília.

Sertanília

Foto: Léo Monteiro

Sertanília é:

  • Aiace Felix (vocalista)
  • Anderson Cunha (viola)
  • Diogo Flórez (percussão)

Gravaram um CD promocional, em 2011 (download aqui).

Vídeo de lançamento do primeiro CD da banda Sertanília pela Compacto.REC.
Filmagem: Léo, Andreza e Mila
Edição: Maurício Lídio
Produção Executiva: Mila Barros

Atualmente estão gravando o primeiro disco, através do FazCultura e Conexão Vivo, que trará participações ilustres: Xangai, Bule-Bule e Terno de Reis do Riacho da Vaca.

Gravado em Itapipoca (CE), durante a 1ª turnê Nordeste do grupo, dentro da programação do VI Festival Rock Cordel/Projeto Arte Retirante na Casa de Teatro Dona Zefinha.

Incendeia (Anderson Cunha)

Mato seco e papel pra queimar
Bota fogo no céu: lua cheia
Acende o carrossel pra rodar
Incendeia
Menina bonita, flor da madrugada
Tá chovendo estrela ô menina
Da saia rendada
Vestido de xita colorindo a estrada
Me caso c’ocê ô menina
Na lua enfeitada
Lagoa de terra no chão retaiada
Risco de peixeira ô menina
Da mão encantada
Passarim na serra faz arrevoada
Cantano procê ô menina
Moça apaixonada
Todo amor desse mundo
Pulsando no mesmo segundo
Pra fazer chover
Um balaio de gente toda diferente
Cantando pra um novo tempo
Acontecer

“Candeeiro Encantado” (Lenine/Paulo César Pinheiro). Gravado no show realizado em Fortaleza (CE) durante a 1ª turnê Nordeste e dentro da programação do VI Festival Rock Cordel no Centro Cultural Dragão do Mar/Espaço Rogaciano Leite.

Vídeo: Léo Monteiro Studio
Participação especial de Pietro Leal (Pirigulino Babilake). No Cabaré dos Novos, do Teatro Vila Velha, 01/09/2011.

Ciranda do Fim do Mundo (Anderson Cunha/Juliano Holanda)

Vídeo: Léo Monteiro Studio
“Eu” (poema de Florbela Espanca), musicado por Xangai, com arranjo da Sertanília. No Cabaré dos Novos, do Teatro Vila Velha, 01/09/2011. Participação Especial de Xangai.


“Eu”, executada em homenagem a Portugal nas apresentações de Coimbra e Lisboa em setembro/2010.

Vídeo: Léo Monteiro Studio
No Cabaré dos Novos, do Teatro Vila Velha, 01/09/2011.

Tempo de Sereno (Anderson Cunha)

Ah! Mainha avisou
Tempo de sereno
É pra homem sonhador
Passarinho cantou
Moça abandonada
Encontrou novo amor
Pra seu companheiro, ai, ai
Contra o mundo inteiro
Feito Conselheiro
Sem medo de nada
Chão que a terra rachou
Ponta de riacho
Que o tempo secou
Rosa tornou-se flor
Choro de alegria
No meio da dor
De ter seu menino, ai, ai
Pra viver sem destino
Feito Virgulino
Pego de emboscada
Enquanto o céu não vem
Certeza tem pra mais ninguém
Enquanto o céu não vem
Ancorar a estrada

“Areia do Mar” e “Sambada de Reis” (Anderson Cunha), Festival Tensamba em Madrid (Espanha), 07 de Maio de 2011.

Sambada de Reis (Anderson Cunha)

Ô de casa, ô de fora
Chegou eu e meus companheiro
Pra saudar aqui agora
Pra sambar no seu terreiro
Deu limão no limoeiro
Na laranjeira deu flor
Deu vontade de te ver
Mas o dia se acabou
Deu saudade de você
Quando o sabiá cantou
Ô de casa, ô de for a
Chegou eu e meus companheiro
Pra saudar aqui agora
Pra sambar no seu terreiro
Do coroné o dinheiro
As terra de seu dotô
A prata e o ouro do rei
As moça cheirando a flor
Troco tudo que falei
Num poquim do seu amor

Apresentação na Noite Fora do Eixo do Coletivo Suiça Bahiana em Vitória da Conquista.

Pombinha do Céu (Anderson Cunha)

Pombinha do céu avoou
Do galho di riba d’eu
Levou alegria deixou a sodade
O bem que eu tinha se perdeu

Sodade ni mim posou
Sodade ni mim posou
Oi pisa, cartiga, machuca, sodade
Da pombinha que avoou

Pombinha do céu avoou
Mode poder cantar
Que verdadeiro amor
Não tem dono nem lar
Não carece dar nó
Nem fazer maração
Alumia de longe não importa
Onde tá o coração

Teatro Eva Herz (Livraria Cultura – Salvador Shopping). 24 de março de 2011.

Perfume de Flor (Anderson Cunha)

Um raio do céu desabou
Tão claro que valei-me Deus
Paixão avoada cegou
Levou o pensamento meu

O cheiro de tudo que é seu
Deixou um perfume de flor
E onde seu beijo bateu
Um gosto de manga ficou…. saudade

Vem me fazer sonhar 3x
Tempo leva eu
Leva eu saudade

O tempo enterra o sofrer
O vento apaga o caminhar
E a lembrança de você
Escora, mas teima em ficar
É nódoa que nunca sai
É mágoa de Lampião
É zelo de mãe e de pai
É visgo no meu coração… saudade

Amor quando é de repente, deixa marca no passado
É facão que corta rente, dor de gume apaixonado
Abre o talho da serpente, escorre o sangue do pecado

Vem me fazer sonhar 3x
Tempo leva eu
Leva eu saudade

“Assum Preto” (Luiz Gonzaga/ Humberto Teixeira). Pocketshow realizado no Teatro Eva Herz – Livraria Cultura, dentro da programação do Grito Rock Salvador organizado pelo Coletivo Quina Cultural.

Participação no Encontro de Compositores, Teatro Vila Velha. 10 de Fevereiro de 2011.

No quadro “Novos Talentos” do programa Fala Bahia (TV Salvador), 21/01/2011.

Para acompanhar e saber mais:

http://www.sertanilia.com.br
http://www.melodybox.com.br/sertanilia

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Nana.

E nesse 8 de Março…para todas as nossas queridas mulheres:

Ouvindo Nana

Nana é:

Nana: Voz, Piano, Teclado, Escaleta e Programação.
João Vinícius: Violão, Guitarra, Teclado, Escaleta e Programação.

Expressionismo Alemão

Quando você for deitar
E ligar o abajour
Jura que vai se lembrar do expressionismo alemão
Eu já disse a você
(ou eu penso em te dizer)
Que não vou me esquecer do expressionismo alemão

Quando eu re-disser toda a confusão
Do meu coração
(que não é pouco não)
Talvez você já não pense mais assim
E saiba que eu não me enganei
Você já confirmou pra mim
Tudo o que pensei
Mas eu desisti
É sua vez de insistir
Na chuva, não esquece o guarda-chuva
Que esse pode ser um filme de terror
Ou pior: um drama no cazaquistão
Chuva, não esquece o guarda-chuva
A gente vai de carro
Porque eu não gosto de avião
Mas leve o escritor de papelão

Quando você for deitar
E ligar o abajour
Jura que vai se lembrar do expressionismo alemão
Eu já disse a você
(ou eu penso em te dizer)
Que não vou me esquecer do expressionismo alemão


Direção: Marccela Vegah e Agnes Cajaiba
Fotografia: Jeronimo Soffer e Filipe Ratz
Arte: Nana, Agnes Cajaiba, Flávia Santana e Tais Bichara
Figurino e Maquiagem: Paloma Simplício
Produção: Flávia santana e Tais bichara
Assistência de Produção: Bruna Cook
Edição: Agnes Cajaiba, Nana e Jeronimo Soffer
Finalização: Jeronimo Soffer e Agnes Cajaiba

O céu de Estocolmo

Acho que sou um caleidoscópio de brinquedo
Eu vejo o céu, um recorte vindo da janela
Do meu sofá, vejo o sol nascer em seu planeta
Quando acordei, eu estava dentro da gaveta

Hmm, vem morar no meu quarto
Faz dois anos que eu sonho
Vamos para estocolmo
Eu preciso saber se é você
É você

Quando acordei, você pôs a lua em minha orelha
Pra que sonhar, no meu teto eu vejo uma estrela

Hmm, vem morar no meu quarto
Sob o céu de estocolmo
Faz dois anos que eu corro
Pra poder te dizer: é você
Você

Da sala de jantar
Vejo a luz se contrapor
Sobre as cores da tevê
Só que sob o cobertor
O silêncio faz lembrar
De você

Acho que estou em um telescópio de brinquedo
Eu vejo o céu da janela de minha cozinha
Quando acordei, era noite e não havia nada
Pra que mudar, do meu quarto eu vejo a sua casa.


Ao vivo no Zona Mundi (2011) 

Benjamim

Ferro passa o meu vestido
A seda cede ao jeito de jasmim
Do seu apartamento
Guarda um beijo cinza para mim
Ai, Benjamim, Benjamim

Os mistérios dos seus gestos
Mais que objetos de cetim
E o resistor do tempo
Para quando olha para mim
Ai, Benjamim, Benjamim

Dias de calor
Para quando faz um tempo bom

Fez que tudo o que existia
Despertasse ao som do mero ‘trimm’
Da minha campainha
À porta, a sua sombra espera o fim
Ai, Benjamim, Benjamim

Dias de calor
Para quando faz um tempo bom
Para quando você diz que sim
Benjamim.

I can’t fall in love

Even if you send me a letter with our names in a cutie heart,
I wouldn’t fall in love
And if you send me a lot of flowers with hershey’s
I wouldn’t mind the chocolates,
But I’m so alergic of flowers I could fall to the ground
Fall to the ground.
 
You can’t blame me for not being romantic
if I don’t know what is sentimental
I cannot go wrong with an off-key
Any boy would think that it’s gentle
Anyway, my heart isn’t a crowd you choose someone to dance
You’d turn to be my friend
It’s more to a book you don’t get the end

I can’t fall in love
I can’t fall in love
Although you’re irresistible
I can’t fall in love

When I said that I loved you, you didn’t move a muscle
Surprised enough to say something
And then you said that you loved me
I don’t know, but I felt you were afraid that I could hurt you

Instead of silly break-ups
We should kiss and make-up
Call me up when you wake up and maybe I shut up

That I can’t fall in love
Cause I can’t fall in love
Although you’re irresistible
I can’t fall in love

Instead of silly break-ups
We should kiss and make-up
Call me up when you wake up and maybe I shut up

Aniversário

Ninguém lembrou que era meu aniversário 
Guardei os doces, e os balões estão no armário
Nem levantei, meu alarme está quebrado
Deita do meu lado e deixa a música acabar

O rádio ligou sozinho
E as luzes também
Alguém desliga esse mundo

A música chega ao fim
Não é preciso parar
Cores e sons a se misturar
Deixa eu dançar

O disco virou sozinho
E o dia também
Já faz um mês essa noite

A música chega ao fim
Não é preciso dormir
Cores e sons a se confundir
Deixa cair.

Covers


“Ne dis rien” (Serge Gainsbourg). Participação especial: Luisão Pereira.


“O Barquinho” (Roberto Menescal/ Ronaldo Bôscoli), no Sebo Praia dos Livros, 22 de Outubro de 2011.


“Retrato pra Iaiá” (Los Hermanos) para a Coletânea Re-trato, organizada pela Musicoteca, que reúne artistas do Brasil inteiro para homenagear os 15 anos de carreira do grupo Los Hermanos.

Ouvindo Nana
Para saber mais: http://www.ouvindonana.com/

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Maglore.

Já que ficarão ausentes dos palcos baianos por um tempo, farei homenagem aqui a Maglore. Iniciei o blog com um clipe deles, mas eu ainda não tinha entendido o formato que o blog tomaria. E esse formato é como um banco de dados: não pulverizar as informações, colocar tudo o que uma banda fez, até o momento, numa postagem só.

A Maglore é Teago Oliveira (voz e guitarras), Léo Brandão (teclado e guitarras), Nery Leal (baixo) e Igor Andrade (bateria).

Maglore

Discografia:

Veroz (2010)
Veroz – Nova edição (2011)
Marcha Ré (single, 2011)

Eugeniusz Kowalski: Direção
Cesinha Veloso: Câmera
Eugeniusz Kowalski: Câmera
Carlos Farias: Câmera
Eugeniusz Kowalski: Edição
Maglore: Produção

Enquanto sós (Teago Oliveira)

Se esse sol não vier
O amanhã é pouco pra dizer que é só ilusão
A escuridão
Se essa cor não vier
Preto e branco é todo universo de habitação
Pra se perder, se achar e se entender
Pra reviver

Eu só queria ter você no coração
Sem ter toda essa tristeza
Em que pese ser amor
Nunca temos a certeza
De que estamos sós, até o fim

Toda dor pesa a fé
De que um dia o tempo feche essa cicatrização
Sem dar vazão…
Mas toda paz é tão certa
Quanto a alegria de saber lidar com a solidão
E perceber, na realidade crer
Pra renascer

Eu não queria emudecer com a razão
E emitir tanta frieza
Se pudesse ser mais são
Ia ver toda beleza
De que enquanto sós…
Somos união

Fotografia: Marceleza Castilho e Suzanne Bouron
Montagem: Filipi Pauli
Imagens feitas em Nieul, França.

Demodê (Teago Oliveira)

Quando eu ficar ranzinza
e não puder mais reverter
A idade que incomoda
É um demodê feito pra vender

Vou andar no descompasso
Dos cinquenta eu não passo
Não vou ter mais sensatez
Maldizer vai virar esporte
Vamos desdenhar da sorte
Ganhar mais e mais perder

E não vou falar de amor
De amor
E não vou guardar rancor nenhum

Enquanto o tempo não chega
De esperar só pra sofrer
A mentira que acomoda
É um demodê feito pra vender

Se precisas de ajuda
E esse deus que não acuda
Te complica o entender
É que quando vem a sorte
Ele fica bem mais forte
E só resta agradecer

E não vou falar de amor
De amor
E não vou guardar rancor nenhum

Eugeniusz Kowalski: Direção
Cesinha Veloso: Câmera
Eugeniusz Kowalski: Câmera
Graziella Macedo: Câmera
Jorge Solovera: Câmera
Eugeniusz Kowalski: Edição
Maglore: Produção

Lápis de Carvão (Teago Oliveira)

Vi seus olhos claros e seu batom
Desmontando sentimentos
Descontando frustrações

Fiz a tua boca à lápis de carvão
Revivendo fantasias
Remoendo sensações

Rasguei as fotos só de um lado
a lado separando o que é meu
Quebrei aquele emoldurado
Velho que um dia você me deu

Vai se guiando pelo vento
Que eu sei me cuidar bem só
Vai disfarçando o sentimento
Até te dar um nó
E se for se arrepender
Guarde tudo pra você
Porque pra mim já acabou

Vi seus olhos claros e seu batom
Revivendo fantasias
Superando frustrações

Eu fiz a sua boca à lápis de carvão
Desmontando fantasias
Descontando frustrações

Rasguei as fotos só de um lado
a lado separando o que é meu
Quebrei aquele emoldurado
Velho que um dia você me deu

Vai se guiando pelo vento
Que eu sei me cuidar bem só
Vai disfarçando o sentimento
Até te dar um nó
E se for se arrepender
Guarde tudo pra você
Porque pra mim já acabou

Filmagem: Marceleza Castilho e Suzanne Bouron
Edição: Filipi Pauli
Imagens feitas em Biscarrose, Arcachon e na Duna do Pyla, França.

A sete chaves (Teago Oliveira)

Ela é a moça que sonha
O tempo não lhe escorrega
Seus segredos
Não vem a tona
Porque hão de se preservar

Como pode assim um coração
A sete chaves se trancar
Pode esconder a emoção
Com tanta ternura no olhar
É só lembrar pra ver

É, parece que ela tem na ponta dos dedos
O caminho que trilhar
Parece sofrer com a espera de tudo que sonhar
Mas é seu jeito de levar

Qualquer coisa que lhe destoa
É pouca para lhe faltar
Sabe a hora de rir à toa
E também a hora de chorar

Ela pode ter um novo amor
Para em mil pedaços revirar
Peca na incerteza da paixão
Mas num passo sabe contornar
É só lembrar pra ver

É, parece que ela sente as cores do vento
O destino que traçar
Parece temer a força que vem de dentro
Encantar, pra nunca mais deixar
Pra sempre me levar


Estúdio Ibahia

Às vezes um clichê (Teago Oliveira)

Pode ser assim
Como um beijinho de passarinho
De uma leveza perspicaz
Quando eu dou por mim
Eu não estou mais tão sozinho
Tenho a beleza da cidade

É que assim talvez
A vida é boa
E tão a toa custa a acreditar
E tudo que acontece
A gente teme
Na certeza desse caminhar

E quero que você me leve
Do seu jeito e do seu modo
Não quero que você carregue
Nenhum peso pelo medo de gostar
Às vezes de um clichê

Posso ser assim
Um pouco alheio do seu ser
Mas é meu jeito de viver
Nenhuma frustração
Calejaria o coração
Sem essa gana de vencer

E quero que você me leve
Do seu jeito e do seu modo
Não quero que você carregue
Nenhum peso pelo medo de gostar
Às vezes de um clichê


Oi Novo Som

Todos os amores são iguais (Teago Oliveira)

Ele não lembra quando tudo começou
Mas já sabia que daquele jeito não daria
Rodou o mundo atrás de uma solução
Ignorando o que já viveu

Não tinha medo de reconciliação
Mas já previa toda confusão que haveria
Pediu um tempo pra acalmar o coração
Brincando de recomeçar

Demorou a entender
A grande ilusão
De que amor é sempre um só
O resto é figuração

E dessa vez acabaram com certeza
Lá lá lá mas voltaram outra vez
E já discutem pela sobremesa
Porque todos os amores são iguais
São iguais

Ela acordou com uma certa inibição
Seus braços caminhavam sobre a cama vazia
Se deparou com aquela solidão
E perdeu a razão

Só passou a entender
A mitificação
De que estar triste é estar só
O resto é só distração

Dessa vez acabaram com certeza
Lá lá lá mas voltaram outra vez
E já discutem pela sobremesa
Porque todos os amores são iguais
São iguais

Ele só queria se fazer feliz
Preenchendo o tempo com um outro alguém
Mas seu vazio é o coração

Dessa vez acabaram com certeza
Lá lá lá mas voltaram outra vez
E já discutem pela sobremesa
Porque todos os amores são iguais
São iguais


Oi novo som

Megalomania (Teago Oliveira)

Estamos todos juntos outra vez
Pregando aquela evolução mental
De quem tem mais razão pra se servir
Do erro de quem não pode voltar

O rei sou eu
E corre o sangue azul em mim

Espera aquela dança acontecer
Com todo aquele belo ritual
Do drama que vai te entorpecer
A boca que escolhestes vai urrar

O Deus sou eu
E o teu sangue corre em mim

Mas se você quiser acreditar
No sentimento tolo que te trai
Peça para ao menos se submeter
Somente a você

Estamos aqui juntos pra dizer
Sem Megalomania de quintal
Não esperamos tudo florecer
Livramos esse karma visceral

O rei sou eu
E corre o sangue azul em mim

Mas se você quiser acreditar
No sentimento tolo que te trai
Peça para ao menos se submeter
Somente a você


Show no Sanguinho Novo, abertura do show do Cascadura.
Praça Tereza Batista, 30 de janeiro de 2011.

O Mel e o Fel (Teago Oliveira)

Não vim só cuidar das flores
Não vim só sentir as sensações
O vento que traz amores
É o mesmo que corta os corações

E a moça sorri a doce
Porque do amargo já provou
E desdém da liberdade
É só pra quem nunca se fechou

Eu que não conheço muito mundo assim
Já calejo pra levar alguma coisa ao fim

Se tantos planos forem tão em vão
E se esse sonho amargar em nossas mãos
Eu quero que se cuide e que não mude o que tens de bom
Pra não desmerecer seus dons

Eu quis detalhar as cores
E poder colher as estações
A vida que traz as dores
É a mesma que une os corações

E o medo de ir tão longe
É o karma de quem não derrotou
Se certo é seu novo errado
Às vezes até nenhum dos dois

Eu que não conheço bem o mundo assim
Já calejo pra levar alguma coisa ao fim

Se todos os anos forem tão em vão
E se esse sonho amargar em nossas mãos
Eu quero que se cure e que não mude o que tens de bom
Pra não desmerecer seus dons

Se tantos planos forem tão em vão
E se esse sonho amargar em nossas mãos
Eu quero que se cure e que não mude o que tens de bom
Pra não desmerecer seus dons


Estúdio Showlivre (2011).

Marcha Ré

Em meio a todo o caos,
De pesos, dólares e políticas digitais
Surge o “homem-farsa” e as vicissitudes de quem sabe entreter.

Estamos cansados de toda essa mentalidade distrital
Pois se o lema é o “faça você mesmo”, então faça pra você.

E se quiser lembrar dos anos 70
Então, se libertar é tudo o que se tem.
E se subordinar é uma falsa saída

Vamos voltar!

Vamos voltar!

Eu já marchei com dignidade pela revolução cultural
E os zumbis ainda tentam controlar o estado, a mente, a mão de Deus.
Já descartei os falsos “Ches” e disse que os amores são iguais
Pois não são iguais, não são iguais.
Eu errei.

E se quiser lembrar dos anos 70
Então, se libertar é tudo o que se tem.
E se subordinar é uma falsa saída

Vamos voltar!
Vamos voltar!


Projeto Cedo e Sentado da Casa fora do eixo. Studio SP, São Paulo, 26/04/2011.
Produção e Edição: Rafael Kent

Tão além (Teago Oliveira)

Veja o som como um outro alguém
Que esse apartheid musical
A gente dobra e finge que nunca existiu

Veja o povo e o que é que ele tem
Alegria o ano todo e em fevereiro
O mundo inteiro é dele também

E o que fizer é pouco
Se não fizer com coração
Me siga por favor
Invente o seu verão

Me disciplinaram tão além
Que eu esqueci de venerar os carnavais também
Me trataram com tanto desdém
Se eu falo estranho mas me entendem então tudo bem

Entrevistas e Matérias


Entrevista para a Melody Box, 11 de Fevereiro de 2011, lançamento do CD Veroz no Audio Rebel, Rio de Janeiro.


Conexão Vivo na Sala do Coro


Tintim Por Tintim, JustTV, 25/04/11.


Entrevista no StudioShowLivre (2011)


Entrevista para o BahiaNotícias.com.br

Covers


Morena (Los Hermanos). Projeto “O Círculo Convida”, 14/03/2010.


Give me love (George Harrison), Estúdio Ibahia.


É D´Oxum (Gerônimo), Conexão Vivo na Sala do Coro, 6/02/2012.


Sexy Yemanjá (Pepeu Gomes), com Enio Nogueira, ao vivo do Vila do Rock, Teatro Vila Velha, 21/07/2011.


Don’t let me down (The Beatles), no Groove Bar.


Balada do louco (Os Mutantes), show de lançamento do single Demodê, 3/6/2010, Groove Bar.


Get Back (The Beatles).


Baby (Caetano Veloso), com Giovani Cidreira, da Velotroz, no Portela Café, 29/10/2011.

Para saber mais: http://www.maglore.com.br

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